No ano passado, Supermercado Guarani recebeu R$ 236.250.25 da Prefeitura de Costa Marques - Giro Central

No ano passado, Supermercado Guarani recebeu R$ 236.250.25 da Prefeitura de Costa Marques

por: Ronan Almeida Noticias
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As informações do portal da transparência são de grande relevância à população

Consta no portal da transparência da Prefeitura de Costa Marques informação de que, em 2017, a administração gastou com a empresa Guarani Distribuidora e Representações Ltda (ME) a importância de R$ 236.250.25. Os sócios proprietários da empresa são: Samuel Sampaio de Oliveira e Mary Lopes. Atua como procurador da empresa o senhor Alagones Gonçalves Ferreira, que, até meados de 2017, era secretário de Fazenda do Município de Costa Marques. Alagones é irmão da secretária de Educação Kréfia Gonçalves Ferreira, que é esposa do prefeito Vagner Miranda da Silva. A empresa da qual Alagones é procurador está registrada da Receita Federal sob o CNPJ 15.004.555/0001-89, aberta em 06/02/2012 e com capital social de R$ 50000.00.



Conforme processo de número 0000199.62.2016.14.0061, já arquivado na Vara do Trabalho em São Miguel do Trabalho, Alagones Gonçalves Ferreira também é procurador da empresa U. O de Jesus Comercio de Gêneros Alimentícios (ME), com nome de fantasia de Supermercado Cristal, registrada na Receita Federal sob o número 09502034000159, constituída em 23.04.2008, com capital social de R$ 62.200,00. O proprietário da empresa é o senhor Uelton Oliveira de Jesus. No portal da transparência, não consta que esta empresa vendeu para a Prefeitura de Costa Marques até agora.



Este site continuará publicando informações extraídas do portal da transparência da Prefeitura de Costa Marques para conhecimento da população sobre as ações da administração. Em outras oportunidades, falaremos de outras empresas que vendem para a prefeitura. Da mesma forma, passaremos notícias sobre o concurso público do qual o Ministério Público Estadual deu um prazo que vence no dia 30.03.2018 para o presidente da casa, vereador Antônio Augusto Neto, realize o certame, sob pena de responsabilização civil. Caso o legislativo não promova o concurso, a justiça pública poderá ingressar com ação civil de improbidade administrativa, pleiteando, inclusive, até o afastamento do parlamentar da presidência da casa.

Texto: Ronan Almeida de Araújo é proprietário do site Giro Central e jornalista registrado no Ministério do Trabalho sob o número 431-98-RO